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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

português

A substituição de “vir a ser” (l.13) por virem a serem prejudicaria a correção gramatical do período.


Certo 

Errado





Em locuções verbais só varia o verbo Auxiliar.
Seria a mesma coisa de dizer assim: Hoje nós vamos jorgarmos bola. Observe que soa mt ruim ao ouvido, 
 Gab CERTO

segunda-feira, 30 de julho de 2018

02. Português, Coesão Textual

Português

Coesão Textual

01. O uso indevido de drogas constitui, na atualidade, séria e persistente ameaça à humanidade e à estabilidade das estruturas e valores políticos, econômicos, sociais e culturais de todos os Estados e sociedades. Suas consequências infligem considerável prejuízo às nações do mundo inteiro, e não são detidas por fronteiras.

 O pronome possessivo “Suas” refere-se a “de todos os Estados e sociedades”.
Certo ( ) Errado (x)

refere-se a "USO INDEVIDO DE DROGAS"

02. “Felizmente, a inteligência permite encontrar soluções e nos possibilita criar alternativas”; a forma de reescrever-se o segmento sublinhado que respeita o paralelismo sintático é:

a) permite o encontro de soluções e nos possibilita que criemos alternativas;
b) permite o encontro de soluções e a possibilidade de criação de alternativas;
c) permite que encontremos soluções e nos possibilita que criemos alternativas; 
d) permite que encontremos soluções e nos possibilita a criação de alternativas;
e) permite o encontro de soluções e a possibilidade de criarmos alternativas.


PERMITE ENCONTRAR SOLUÇÕES E NOS POSSIBILITA CRIAR ALTERNATIVAS.

PERMITE QUE ENCONTREMOS SOLUÇÕES E NOS POSSIBILITA QUE CRIEMOS ALTERNATIVAS.

01. Português, reescrita de frases

01. Transpondo-se para a voz passiva o segmento sublinhado na frase os partidários de quem subjuga acabam por demonizar a reação do subjugado, ele deverá assumir a seguinte forma:

a) acabam demonizando.
b) acabam sendo demonizados.
c) acabará sendo demonizada.
d) acaba por ter sido demonizado.
e) acaba por ser demonizada.


1 verbo na ativa
2 na passiva

2 na ativa
3 na passiva

acabam por demonizar

a reação do subjugado acaba por ser demonizada.
                                                       aux + infinitivo


01. Português, figuras de linguagem

EXERCÍCIOS
Notícia de Jornal (Fernando Sabino)

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, 30 anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante 72 horas, para finalmente morrer de fome. Morreu de fome. Depois de insistentes pedidos e comentários, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome. Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era da alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome. O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Anatômico sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome.
Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa - não é um homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum. Passam, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão. Não é da alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome. E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome. E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição, tombado em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, Estado da Guanabara, um homem morreu de fome. (Disponível em http://www.fotolog.com.br/spokesman_/70276847/: Acesso em 10/09/14)

01. Em “Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens.” (7º§), pode-se reconhecer a seguinte figura de linguagem:
 a) Metonímia
b) Paradoxo
c) Antítese
d) Ironia 
e) Eufemismo


Texto II O Bicho (Manuel Bandeira) Vi ontem um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem

02. Tanto na crônica (Texto I) quanto no poema (Texto II) os enunciadores não se limitam a apresentar o fato; eles também buscam causar comoção em seus leitores. A função de linguagem que melhor retrata esse objetivo e os trechos que podem representar esse aspecto são, respectivamente:
 a) Função metalinguística; “Morreu de Fome” (texto I) e “ Meu Deus” (texto II).
 b) )Função fática; “Leio no jornal” (texto I ) e “Vi ontem um bicho” (texto II).
c) Função poética; “Leio no jornal” (texto I ) e “Vi ontem um bicho” (texto II).
d) Função conativa, “Morreu de Fome” (texto I) e “ Meu Deus” (texto II). 
e) Função referencial; “Um homem de cor branca” (texto I); Na imundície do pátio””


--INFLUENCIAR LEITOR

--FUNÇÃO APELATIVA//CONOTATIVA.


A violência não é uma fantasia

A violência nasce conosco. Faz parte da nossa bagagem psíquica, do nosso DNA, assim como a capacidade de cuidar, de ser solidário e pacífico. Somos esse novelo de dons. O equilíbrio ou desequilíbrio depende do ambiente familiar, educação, exemplos, tendência pessoal, circunstâncias concretas, algumas escolhas individuais. Vivemos numa época violenta. Temos medo de sair às ruas, temos medo de sair à noite, temos medo de ficar em casa sem grades, alarmes e câmeras, ou bons e treinados porteiros. As notícias da imprensa nos dão medo em geral. Não são medos fantasiosos: são reais. E, se não tivermos nenhum medo, estaremos sendo perigosamente alienados. A segurança, como tantas coisas, parece ter fugido ao controle de instituições e autoridades. Nestes dias começamos a ter medo também dentro dos shoppings, onde, aliás, há mais tempo aqui e ali vêm ocorrendo furtos, às vezes assaltos, raramente noticiados. O que preocupa são movimentos adolescentes que reivindicam acesso aos shoppings para seus grupos em geral organizados na internet.

03. A linguagem por meio da qual interagimos no nosso dia a dia pode revestir-se de nuances as mais diversas: pode apresentar-se em sentido literal, figurado, metafórico. A opção em cujo trecho utilizou-se linguagem metafórica é
a) O equilíbrio ou desequilíbrio depende do ambiente familiar.
b) Temos medo de sair às ruas.
c) Nestes dias começamos a ter medo também dentro dos shoppings.
d) Somos esse novelo de dons. 
e) As notícias da imprensa nos dão medo em geral.

01.Português, interpretação de textos

Novos Tempos

Não dá para afirmar que seja despropositada a decisão do Supremo Tribunal Federal de dar aos réus todas as possibilidades recursais previstas em lei. O que dá, sim, para discutir é se nosso marco legislativo não é absurdamente pródigo em recursos. Minha impressão é que, a exemplo do que aconteceu coma medicina, o direito foi atropelado pelos novos tempos e nem percebeu. Se, até algumas décadas atrás, ainda dava para insistirem modelos que procuravam máxima segurança, com médicos conduzindo pessoalmente cada etapa dos processos diagnóstico e terapêutico e com advogados podendo apelar, agravar e embargar nas mais variadas fases do julgamento, isso está deixando de ser viável num contexto em que se pretende oferecer medicina e justiça para uma sociedade de massas. Aqui, seria preciso redesenhar os sistemas, fazendo com que o cidadão só fosse para a Justiça ou para o hospital quando alternativas que dessem conta dos casos mais simples tivessem se esgotado. Não há razão, por exemplo, para que médicos prescrevam óculos para crianças ou para que divórcios e heranças não litigiosos passem por juízes e advogados. É perfeitamente possível e desejável utilizar outros profissionais, como enfermeiros, tabeliães, notários e mediadores, para ajudar na difícil tarefa de levar saúde e justiça para todos. A dificuldade aqui é que, como ambos os sistemas são controlados muito de perto por entidades de classe com fortes poderes, que resistem naturalmente a mudanças, reformas, quando ocorrem, vêm a conta-gotas. É preciso, entretanto, racionalizar os modelos, retirando seus exageros, como a generosidade recursal e a centralização no médico, mesmo sob o risco de reduzir um pouco a segurança. Nada, afinal, é pior do que a justiça que nunca chega ou a fila da cirurgia que não anda.
(Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br. 28.09.2013. Adaptado)

01. Assinale a alternativa em que o termo em destaque está empregado em sentido figurado.
a) ... dar aos réus todas as possibilidades recursais...
b) ... médicos conduzindo pessoalmente cada etapa dos processos diagnóstico e terapêutico...
c) Aqui, seria preciso redesenhar os sistemas... 
d) ... quando alternativas que dessem conta dos casos mais simples tivessem se esgotado.
e) É perfeitamente possível e desejável utilizar outros profissionais.

Ao ser promulgada a atual Constituição Federal, em 1988, o país contava com 4.180 municípios. Coerentemente com os ventos liberalizantes da época, a transformação de distritos em cidades dependia, em princípio, de parecer da assembleia legislativa do estado respectivo. Nada difícil, pois o surgimento miraculoso de prefeituras (e estados) frequentemente interessa a políticos regionais, alguns deles especialistas em exercitar o empreguismo e o clientelismo. Foi assim que, a partir de 1988, brotaram outras 1.400 prefeituras, até essa indústria ser fechada por emenda constitucional, em 1996, que passou para o Congresso a prerrogativa de permitir plebiscitos sobre novos entes federativos.

02. No texto acima, está sendo empregado em sentido denotativo o termo
a) “brotaram”
 b) “indústria”
c) “ventos”
 d) “miraculoso”
e) “regionais” 

Pavio do destino Sérgio Sampaio

(L . 01) O bandido e o mocinho São os dois do mesmo ninho Correm nos estreitos trilhos
(L . 04) Lá no morro dos aflitos Na Favela do Esqueleto São filhos do primo pobre
(L . 07) A parcela do silêncio Que encobre todos os gritos E vão caminhando juntos
(L . 10) O mocinho e o bandido De revólver de brinquedo Porque ainda são meninos
(L . 13) Quem viu o pavio aceso do destino? Com um pouco mais de idade E já não são como antes (L . 16) Depois que uma autoridade Inventou-lhes um flagrante Quanto mais escapa o tempo
 (L . 19) Dos falsos educandários Mais a dor é o documento Que os agride e os separa
(L . 22) Não são mais dois inocentes Não se falam cara a cara Quem pode escapar ileso
(L . 25) Do medo e do desatino Quem viu o pavio aceso do destino? O tempo é pai de tudo
(L . 28 ) E surpresa não tem dia Pode ser que haja no mundo
Outra maior ironia
(L . 31) O bandido veste a farda Da suprema segurança O mocinho agora amarga
(L . 34) Um bando, uma quadrilha São os dois da mesma safra Os dois são da mesma ilha
(L . 37) Dois meninos pelo avesso Dois perdidos Valentinos Quem viu o pavio aceso do destino?

03. Os termos “ninho” (v.2) e “safra” (v.35) foram empregados em sentido denotativo e correspondem, respectivamente, ao local e à época de nascimento dos meninos.
Certo ( ) Errado (X)

CONOTATIVO: SENTIDO FIGURADO

Robustecer os orçamentos da educação e da saúde constitui sonho acalentado por brasileiros, independentemente de opção partidária ou credo religioso. As duas áreas — os 4 mais dolorosos problemas que dificultam a marcha do país rumo ao desenvolvimento sustentável — clamam por melhorias urgentes. Não é outra a razão por que milhares de 7 pessoas ocuparam as ruas das mais importantes unidades da Federação exigindo escolas e hospitais padrão FIFA. Correio Braziliense, 18/8/2013 (com adaptações)

04. A expressão “padrão FIFA” (l.8) está sendo empregada com o sentido de qualidade excelente. Certo (x) Errado ( )

01. Português, interpretação de textos

EXERCÍCIOS

Um Brasil livre de preconceito As principais democracias do mundo têm inscrito em suas Constituições os direitos fundamentais dos cidadãos. Direitos políticos, civis, econômicos, sociais e culturais figuram entre as condições básicas para a vida em sociedade tal como a conhecemos hoje. Mas nem sempre foi assim. Muitos dos direitos hoje considerados universais somente foram conquistados após muito esforço e muita luta. Como exemplo, basta citar o voto feminino no Brasil, só garantido em lei no ano de 1934. Atualmente, podemos dizer que o Brasil elevou os direitos políticos, civis, econômicos e culturais a patamares inéditos, avançando rapidamente na realização progressiva deles. E assim surge o desafio de avançarmos nos chamados direitos de quarta geração, que englobam os direitos das mulheres, dos negros e da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), entre outros.

01. Infere-se da leitura do texto que:

a) o Brasil é o país mais atrasado, entre as democracias, no que diz respeito à garantia dos direitos fundamentais dos cidadãos;
b) sem os direitos políticos, civis, econômicos, sociais e culturais, a vida em sociedade seria impossível;
c) o voto feminino no Brasil exemplifica um direito político de quarta geração, só conseguido com esforço e luta; 
d) a sociedade mudou profundamente a partir da conquista do voto feminino no Brasil;
e) sem esforço e luta, os direitos fundamentais dos cidadãos estariam inscritos nas Constituições, mas sem aplicação social.

Leia o texto a seguir.
 Os direitos “nossos” e os “deles” Não é incomum que julguemos o que chamamos “nossos” direitos superiores aos direitos do “outro”. Tanto no nível mais pessoal das relações como nos fatos sociais costuma ocorrer essa discrepância, com as consequências de sempre: soluções injustas. Durante um júri, em que defendia um escravo que havia matado o seu senhor, Luís Gama (1830 - 1882), advogado, jornalista e escritor mestiço, abolicionista que chegou a ser escravo por alguns anos, proferiu uma frase que se tornou célebre, numa sessão de julgamento: “O escravo que mata o senhor, seja em que circunstância for, mata sempre em legítima defesa”. A frase causou tumulto e acabou por suspender a sessão do júri, despertando tremenda polêmica à época. Na verdade, continua provocando. Dissesse alguém isso hoje, em alguma circunstância análoga, seria aplaudido por uns e acusado por outros de demonizar o “proprietário”. Como se vê, também a demonização tem duas mãos: os partidários de quem subjuga acabam por demonizar a reação do subjugado. Tais fatos e tais polêmicas, sobre tais direitos, nem deveriam existir, mas existem; será que terão fim? O grande pensador e militante italiano Antonio Gramsci (1891-1937), que passou muitos anos na prisão por conta de suas ideias socialistas, propunha, em algum lugar de sua obra, que diante do dilema de uma escolha nossa conduta subsequente deve se reger pela avaliação objetiva das circunstâncias para então responder à seguinte pergunta: “Quem sofre?” Para Gramsci, o sofrimento humano é um parâmetro que não se pode perder de vista na avaliação das decisões pessoais ou políticas.

02. Deve-se considerar que, na estruturação desse texto, I. o primeiro parágrafo apresenta uma tese com base numa discrepância de valores, que será ilustrada com o fato polêmico exposto no parágrafo seguinte. II. as controvérsias despertadas pela frase proferida por Luís Gama podem ser explicadas pela contundência de um argumento radicalmente abolicionista acionado em pleno regime escravocrata. III. a referência ao militante Antonio Gramsci, no parágrafo final, propicia um argumento poderoso a favor de quem se pauta pelo cumprimento rigoroso da lei, não importando as circunstâncias. Em relação ao texto, é correto o que se considera em
a) II e III, apenas.
b) I e III,apenas.
c) II, apenas.
d) I, II e III.
e) I e II, apenas.

01. Português, tipologia e gênero textuais

Português
Tipologia, gênero textuais

Exercício:

A invocação do passado constitui uma das estratégias mais comuns nas interpretações do presente. O que inspira tais apelos não é apenas a divergência quanto ao que ocorreu no passado e o que teria sido esse passado, mas também a incerteza se o passado é de fato passado, morto e enterrado, ou se persiste, mesmo que talvez sob outras formas. Esse problema alimenta discussões de toda espécie - acerca de influências, responsabilidades e julgamentos, sobre realidades presentes e prioridades futuras. Pouquíssima atenção tem sido dedicada ao papel privilegiado, no meu entender, da cultura na experiência moderna, e quase não se leva em conta o fato de que a extraordinária extensão mundial do imperialismo europeu clássico, do século XIX e começo do XX, ainda lança sombras consideráveis sobre nossa própria época. Em nossos dias, não existe praticamente nenhum norte-americano, africano, europeu, latino-americano, indiano, caribenho ou australiano - a lista é bem grande - que não tenha sido afetado pelos impérios do passado. […] Esse tipo de domínio ou possessão lançou as bases para o que, agora, é de fato um mundo inteiramente global. As comunicações eletrônicas, o alcance mundial do comércio, da disponibilidade dos recursos, das viagens, das informações sobre padrões climáticos e as mudanças ecológicas unificaram até mesmo os locais mais remotos do mundo. Esse conjunto de padrões foi, a meu ver, possibilitado pelo imperialismo.
SAID, Edward. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 33-36. [Adaptado]

01. Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), conforme o texto
 1.(F) Trata-se de um texto predominantemente narrativo, o que se evidencia pelo uso de tempos verbais passados e pela espacialização do enredo.

DISSERTATIVO

(V) O texto traz elementos predominantemente argumentativos, com posicionamentos explícitos do autor em relação ao tema.

DISSERTATIVO - ARGUMENTATIVO

(F) Trata-se de um texto descritivo, neutro e relativista, em que predominam exemplos factuais e culturalmente contextualizados.

(F) O texto é anacrônico e generalista, não podendo ser tomado como referência explicativa para a conjuntura moderna.

(V) O uso de adjetivos como “pouquíssima”, “privilegiado”, “extraordinária” e “consideráveis” (segundo parágrafo) revela uma atitude avaliativa do autor.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
a) V • V • V • F • F
b) V • F • F • V • V
c) V • F • F • F • V
d) F • V • V • V • F
e) F • V • F • F • V 


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Um dos principais desafios para o Brasil é conhecer a Amazônia. Sua vocação eminentemente hídrica impõe, ao longo dos séculos, a necessidade do deslocamento de seus 4 habitantes através dos rios. Muito antes da chegada dos colonizadores na Amazônia, os nativos já utilizavam canoas. Ainda hoje, grande parte da população amazônica vive da 7 pesca. Além disso, o deslocamento do ribeirinho se faz através da infinidade de rios que retalham a grandeza territorial. Mas para conhecer a Amazônia de verdade é preciso  entender sua posição estratégica para o país. Os rios são a chave para esse conhecimento. São as estradas que a natureza construiu e em cujas margens se desenvolveram inúmeras  povoações. Portanto, é impossível pensar em Amazônia sem associar a importância que os rios têm para o desenvolvimento econômico e social. Eles devem ser vistos como os grandes 16 propulsores do desenvolvimento sustentável da região.
Domingos Savio Almeida Nogueira. In: Internet: (com adaptações) Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.

02. Predomina no texto a narração, já que nele se identificam um cenário e uma ação.
Certo ( ) Errado (X)

DISSERTATIVO ARGUMENTATIVO